Sunday, May 3, 2009

À melhor mãe (não duvidem!)

Por uma vida, por uma década, por um instante, por um segundo ou até por uma milésima de segundo, és e sempre serás mãe. O que te distingue na linha do tempo tão vasta é a perfeição. És a única, a mais querida, a mais presente, a inigualável, a melhor mãe de todas! És perfeita porque és a minha mãe e melhor não podia haver!

Happy mother's day!
Luv u*

Esta coisa de gostar de alguém

“Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e por vezes — em mais casos do que se possa imaginar — existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram — querem — mas quando gostam — e podem gostar muito — há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açúcares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui, que me irrita a pele.”
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Ora, por vezes o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos. E muitas das vezes sabendo deste nosso problema escolhemos para nós aquilo que sabemos que invariavelmente iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que — aqui entre nós — é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de dez anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou — e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide — foram as expectativas que nós criámos em relação a ela. Impressionados?
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Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é difícil — dizem — é saber quando gostam de nós e quando afirmam isto, bebo logo dois “dry” Martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil, porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “Ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “Ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “Ai que não vi a tua chamada não atendida”. Quando se gosta de alguém — mas a sério, que é disto que falamos — não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há SMS que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque não recebi as flores que pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
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Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de impossibilitar o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campainha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém — e estou a escrever para os que gostam — vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante do que nós.“
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Fernando Alvim, Jornal Metro

Monday, April 13, 2009

Marley & Me... a sad but touching movie

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Ontem vi o filme “Marley & Me” e oh my god!!! No fim chorei que me fartei. :( Isto porque já imaginava o meu nuppy ali na tela e a acontecer a mesma coisa. Custa-me horrores só de imaginar que um dia o mesmo sucederá ao meu nuppinho. Adoro-o mesmo muito e não tenho vergonha nenhuma em assumi-lo. Para mim faz parte da minha família e só espero tê-lo comigo durante muito tempo.
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Marley, assim se chamava o cão do filme, demonstrou a lealdade incondicional e o amor descomprometido que um animal tem pelos seus donos. Ele não quer saber se és rico ou pobre, se és alto ou baixo, bonito ou feio, se falas cinco línguas diferentes ou nem sabes ler. Ele apenas quer saber de ti, assim como és. Adora-te e é-te leal no matter what! Pensem nisto!

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Thursday, April 9, 2009

Se eu fosse...

Estes dias, em pesquisa pela web, deparei-me com um desafio muito interessante. Não deve ser nada de novo, mas puxa pelo pensamento e pela imaginação. Não resisti a fazer uma parte dele e a publicá-lo aqui. Outro dia publico a segunda parte!

So...


Se...

Se eu fosse um mês seria... Maio (obvious)

Se eu fosse uma direcção seria... Sul

Se eu fosse um líquido seria... Água

Se eu fosse um pecado seria... Preguiça :s

Se eu fosse uma flor seria... Malmequer

Se eu fosse um animal seria... Cão

Se eu fosse um som seria... O som da chuva

Se eu fosse um sentimento seria... Amor

Se eu fosse um gosto seria... Doce

Se eu fosse uma parte do corpo seria… Olhos

Se eu fosse um verbo seria... Amar

Se eu fosse uma estação seria... Primavera

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What about you?
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Monday, April 6, 2009

So blind...

Nem sempre se aprende com os erros. Devo ser incrivelmente dumb. Não aprendi à primeira, não aprendi à segunda nem à terceira. Certamente porque não quero aprender o que a vida teima em ensinar. É daquelas lógicas certeiras, imbatíveis, de 1+1=2 ou 2+2=4. Nós é que não queremos ver tal resultado, ansiamos sempre por um livro de segredos e mistérios, um pote de sonhos da cor do arco-íris, uma varinha mágica dos contos de fada, qualquer coisa que transforme o certo no incerto, que coloque a dúvida “E se…”, que lance um código ao nosso cérebro com a mensagem “Oh não… claro que não, não pode ser.”, que teime em semear uma confiança cega. Mas cega sou eu. Cega à primeira, cega à segunda, cega à terceira and so on.
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O pior cego é aquele que não quer ver. Completely true!
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Dumb, dumb dumb… so dumb.
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Wednesday, April 1, 2009

Feeling like a cloudy sky…

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Have you ever felt like there’s no place to go?
Have you ever missed someone so…?
Have you ever felt like there’s a million ways to go?
Have you ever felt like a cloudy sky, whether waiting for the rain to come or waiting for the sunshine to come by?

Have you ever waited…?
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I wish...

“…I wish my smile was your favourite kind of smile
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I wish you'd hold my hand when I was upset, I wish you'd never forget the look on my face when we first met. I wish you had a favourite beauty spot that you loved secretly, 'Cos it was on a hidden bit that nobody else could see…

I wish I was the last thing on your mind before you went to sleep... "
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